
Uma etapa essencial no serviço de chope é a sangria do barril. Para facilitar seu entendimento sobre esse processo, reunimos informações práticas e algumas curiosidades sobre o chope, o sistema e como a bebida chega até o copo.
Chope é a cerveja que não passa pela pasteurização antes de ser servida. A palavra vem de schoppe, um dialeto alemão que significa “copo de meio litro”. No mundo, o chope é conhecido como draft beer ou draught beer e, geralmente, refere-se à cerveja filtrada servida por pressão.
Com o tempo, os kegs — barris pressurizados com CO₂ ou nitrogênio — substituíram os antigos casks, permitindo um serviço mais estável e seguro.
O sistema de chope é composto por cilindros de gás, válvulas reguladoras de pressão, barris, refrigeração, mangueiras, válvula extratora, torneira e conexões. Antes de servir, é preciso realizar a sangria, ou seja, liberar o gás e o líquido para expulsar o ar da linha, até que o chope chegue à torneira.
Sempre que for engatar um novo barril, é necessário realizar a sangria e ajustar a vazão. Abaixo, explicamos o passo a passo.
Antes de mais nada, confira:
Essa checagem deve ser feita sempre que trocar o barril.
Antes de abrir a torneira, ajuste o compensador. Em torneiras italianas, que são bem comuns, o controle é feito por uma pequena alavanca (pino). Quando esse pino está para cima, o fluxo costuma estar fechado; para baixo, aberto.
Portanto, coloque o pino totalmente para baixo. Se não sair líquido, experimente o contrário, pois o funcionamento pode variar conforme o modelo.
Agora sim, vamos ao processo:
Dica: A vazão ideal varia conforme o estilo do chope e o nível de carbonatação. Observe a saída do líquido e ajuste conforme necessário.
Agora sim, o sistema está pronto para servir chope com qualidade!
Infelizmente, o desperdício faz parte do serviço tradicional de chope. Estimativas apontam que de 25% a 30% do conteúdo de um barril pode ser perdido — isso significa que, no pior cenário, um quarto do seu investimento vai literalmente pelo ralo.
Boa parte dessa perda ocorre justamente durante a sangria e por problemas no colarinho, na pressão ou na temperatura. Por isso, é essencial monitorar esses três fatores.
Desde 2015, a myTapp trouxe ao Brasil o sistema de autosserviço de chope. Com ele, o desperdício cai para cerca de 5%.
Esse resultado é possível graças ao controle preciso de cada mililitro que sai do barril. O cliente se serve e paga exatamente pelo que extrai. Do outro lado, o gestor do bar acessa um painel completo com:
Tudo isso pode ser acompanhado pelo celular ou computador, em tempo real.
Além disso, o sistema da myTapp possui um recurso que bloqueia a entrada de gás na linha durante a troca de barril. Esse detalhe reduz ainda mais as perdas de chope e gás, melhorando a rentabilidade do seu negócio.
Se você quer oferecer chope com mais qualidade e menos desperdício, fale com a myTapp. Nossa tecnologia de autosserviço pode transformar a operação do seu bar, hotel ou evento.
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Durante a Copa do Mundo, bares operam sob uma das maiores pressões de demanda do calendário. Em poucas horas, o volume de pedidos pode multiplicar, exigindo velocidade, controle e uma experiência sem filas. Com automação, é possível reduzir gargalos, aumentar o giro por atendimento e capturar mais receita em cada jogo.

A expansão em eventos depende de reduzir filas, aumentar a velocidade de atendimento e manter controle em ambientes de alta demanda. Operações que utilizam sistemas distribuídos e integrados conseguem ampliar pontos de venda sem aumentar a complexidade operacional. O uso de soluções como o myTapp Duo permite escalar atendimento com consistência, previsibilidade e impacto direto na receita por hora.

A rotatividade de equipes impacta diretamente custo, eficiência e experiência do cliente em operações intensivas. Modelos baseados em autosserviço reduzem a dependência de mão de obra em tarefas repetitivas, diminuindo exposição ao turnover. Na prática, isso se traduz em ganhos de produtividade e redução média de até 10% nos custos operacionais.

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